Análise: Cathedral (Switch) é um metroidvania robusto por trás de uma fachada simples - Noticias em destaque

Análise: Cathedral (Switch) é um metroidvania robusto por trás de uma fachada simples



Apesar de não ser uma novidade, a combinação metroidvania com visual pixel art ainda pode render bons frutos. Um ótimo exemplo dessa premissa é Cathedral, jogo originalmente lançado para o PC em 2019 e que agora chega ao Switch. Com muito conteúdo, mecânicas engenhosas e dificuldade elevada, este título de exploração com elementos RPG é simples e divertido, mesmo apresentando ideias um tanto conservadoras.O mundo ao redor de um temploAo acordar sem memória em uma catedral, nosso protagonista, que não é nomeado, descobre que está em um território completamente desconhecido. Com a ajuda de um fantasma chamado Soul, o cavaleiro encontra uma porta misteriosa dentro do templo que pode lhe dar respostas sobre suas origens. Todavia, para abri-la, ele precisará coletar cinco esferas espalhadas por todo o mapa pelo semideus Ardur, que supostamente planeja algo maligno para a região. Nos primeiros momentos da campanha não há, de fato, uma história muito bem delineada; basicamente surgem algumas premissas, que deverão ser desenroladas posteriormente.Tudo consiste em desbravar os ambientes e conversar com os personagens para progredir e conhecer melhor sobre o universo onde estamos. Uma estrutura comum nos metroidvanias, convenhamos. 
A trama permanece rasa, com raras cutscenes; porém, isso não significa que a história do mundo de Cathedral não se torne algo legal eventualmente. Há alguns toques bacanas que adicionam profundidade à campanha, como recados deixados pelas ambiências ...
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